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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A Volta do Ensino Musical nas Escolas


 É com muita alegria , que venho trazer esta notícia sobre o nosso Brasil !...


Os Líderes do nosso país, resolveram fazer algo de bom para a nação. Em 2011 termina o prazo de adaptação das escolas para implantar esse componente na grade curricular do ano letivo. A Lei 11.769,  estabelece o retorno da disciplina à educação básica depois de extinta em 1971,durante a Ditadura Militar.
Com a alteração da LDB (Lei de Diretrizes e Bases)na Educação Nacional, a música passa a ser o único conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, na disciplina de Artes.

O que vc achou  desta lei ?? Comente!
abraços

terça-feira, 20 de julho de 2010

Técnica e Unção

      O que devo enfatizar no meu ministério a técnica ou a unção? Muitas pessoas ficam em dúvidas em relação a este assunto, não sabendo em que área deve investir mais. A questão muitas vezes, chega a gerar desequilíbrio em alguns ministérios, como se a técnica não pudesse andar junto com a unção, ou vice versa. Mas afinal, o que é técnica e o que é unção?


Técnica

Técnica:Conjunto dos métodos e pormenores práticos essenciais à execução perfeita de uma arte ou profissão. Previamente estudado e estabelecido como ideal.

"Entoai-lhe um novo cântico, tangei com arte e com júbilo."
Sl 33:3

Este texto nos mostra que Deus nos chamou a fazer sua obra com excelência de atuação e com intensidade de coração. Esta intensidade também deve ser refletida, na busca de melhorar cada dia mais para que o nome do Senhor possa ser glorificado. Devemos buscar ser os melhores naquilo que fazemos pra Deus, não melhores que os outros, mas melhores que nós mesmos. Se dancei, cantei ou pintei um quadro hoje, amanhã vou fazer melhor, com mais excelência natural e espiritual. Com a técnica, você ganha aqueles que ainda só sabem ver o exterior. A técnica se transforma em isca para ganharmos os perdidos.
Certa vez, fizemos um espetáculo chamado "o Verbo",chamamos para dançar conosco, uma bailarina evangélica muito conhecida no meio secular. Esta bailarina está sendo considerada uma das 3 melhores do País. Por causa dela, o teatro ficou lotado no dia da apresentação. Os bailarinos da cidade disputaram os ingressos para ver a atuação daquela moça. O que eles não sabiam é que não apresentaríamos somente a atuação de uma famosa bailarina, mas apresentaríamos alguém que poderia mudar a vida deles: Jesus Cristo. Com certeza, os bailarinos não crentes da cidade, nunca iriam ao teatro para ver uma apresentação evangélica de dança, mas iriam para ver alguém famoso.
    Aquela bailarina estava sendo uma bela isca, ela sabia disto e ficou muito feliz por poder ser usada por Deus no seu dom. Tivemos muitos testemunhos de pessoas que foram tocadas por Deus naquele dia.
Deus nos deu habilidades, mas estas habilidades precisam ser desenvolvidas. Por exemplo, nascemos com a habilidade e o potencial para andar, mas precisamos nos esforçar, ter determinação e disposição até para levar alguns tombos, para que então, consigamos caminhar adequadamente. Por outro lado, ter técnica e não ter unção, não cumpre o propósito de Deus, pois não dá espaço para Ele agir. Vamos estudar um pouco sobre a unção.





Unção:



Unção: Separação, marca, selo de Deus, capacitação sobrenatural de Deus em nós. É a própria presença de Deus naquilo que fazemos para Ele.

Deus nos dá habilidades e à medida que buscamos, Ele derrama uma habilidade espiritual sobre a natural, isto se chama unção:


"Eis que chamei pelo nome a Bezalel... e o enchi do Espírito de Deus, de habilidade, de inteligência e de conhecimento, em todo artifício, para... e dei habilidade a todos os homens hábeis, para que me façam tudo o que tenho ordenado." Ex 31: 1,3,6 Já vi muitas pessoas cantarem e dançarem sem unção e isso realmente não produz vida, às vezes até emociona se tiver beleza e expressão, mas não produz nada de novo na nossa vida. Às vezes corremos o risco de produzir movimento humano, em lugar do mover de Deus. Isso pode acontecer quando ao ministrarmos e não percebermos a unção, acabamos então usando de artifícios naturais para produzir emoção nas pessoas. Isso quase sempre acontece de forma inconsciente. Ninguém que se diz servo de Deus, tem a intenção clara no seu coração, de fazer algo deste tipo! O que devemos fazer é questionar, se estamos mexendo com as emoções das pessoas, ou se estamos deixando Deus agir. Este tipo de erro geralmente acontece, quando estamos muito seguros naquilo que sabemos fazer e não dependemos mais de Deus, quando não oramos como antes, já não estando mais tão quebrantados e desejosos do mover de Deus.


A unção permite que Deus nos use. Que a nossa arte tenha como que o Seu "carimbo", com a Sua assinatura embaixo daquilo que fazemos pra Ele. Sem ela, nossa arte fica sem sentido, cheia de nós mesmos e desta forma, não temos nada de bom para oferecer.

Conclusão:

Baseado nesta análise, percebemos que para um ministério ser excelente, técnica e unção devem andar juntas. Sem a técnica, você fica limitado e dá menos espaço pra Deus te usar, sem a unção a obra fica vazia e não pode fazer diferença na vida das pessoas. Devemos então:

- Procurar nos desenvolver naquilo em que temos habilidade. "Não te faças negligente para com o dom que há ti..." I Tm 4:14
- Pagar o preço pela unção, com vida de oração, santidade, glorificando a Deus, colocando-O em primeiro lugar na nossa arte.
Fonte:

www.ea.art.br/2007

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Algumas Bandas Cristãs parecidas com seculares

Olá pessoas  : )
Graças a Deus e ao Seu Evangelho, temos hoje um número e qualidade nos trabalhos, muito bom de bandas cristãs que tem um estilo bem próximo àquele que ouvimos em quanto estávamos no mundo, são muito, mas muuuiiittto parecidas com as bandas que ouvimos antes seculares. Entre muitas outras bandas dignas de ser notáveis, como Stryper , Guardian, Tourniquet, Narnia, etc....vou reter-me as essas:





X-Sinner  banda  parecida  com AC/DC :




Eternal Decision banda parecida com Metallica :



Barren Cross banda parecida com  Iron Maiden :



Steven Patrick Red Reign e Holy Soldier banda parecida com Robert Plant :



Manahem (Brasil) banda parecida com Dream Theater :





Bride banda parecida com Gun's Roses



Como disse no primeiro parágrafo, existem outras bandas que fazem do cenário rock/metal cristão, música de alta qualidade, tanto instrumental como vocal, músicas que realmente edificam os seres humanos mostrando a luz do Evangelho de Jesus, eu particulamente amo muito Tourniquet, Narnia , Bride, Stryper, Divinefire, entre outras, com certeza sabemos que podemos ouvir com segurança, é claro, buscando conhecer a banda e a letra cantada.
Então se você gosta de um estilo de música, seja qual for, eu tenho certeza que encontrará uma banda dessa crente...hehehe....

abraços.


obs.: parte deste conteúdo foi adicionado daqui.

sábado, 5 de junho de 2010

A Origem dos Nomes das Notas Musicais


            Olá pessoal,. Como hoje o conhecimento e a informação está massivamente exposta em todos os lugares é interessante saber algumas coisas “nativas” da música, não é difícil ver alguém carregar uma bag nas costas e indo tocar em algum lugar, mas não são todos que procuram saber assuntos relevantes à música, principalmente sobre sua origem e história.

               O nome das notas que conhecemos hoje (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) tem a sua origem na música coral medieval. Foi Guido d'Arezzo (992 - 1050), um monge italiano, que criou este sistema de nomear as notas musicais - o chamado sistema de “Solmização”. Seis das sílabas foram tiradas das primeiras seis frases do texto de um hino a São João Baptista, em que cada frase era cantada um grau acima na escala. As frases iniciais do texto, escrito por Paolo Diacono, eram:


Ut queant laxis,
Resonare fibris,
Mira gestorum,
Famuli tuorum,
Solve polluti,
Labii reatum.

Tradução: "Para que os teus servos possam cantar as maravilhas dos teus atos admiráveis, absolve as faltas dos seus lábios impuros".

Mais tarde Ut passou a ser chamada de dó, para facilitar o canto com a terminação da sílaba em vogal, derivando-se provavelmente de Dominus - Senhor em latim, (sugestão feita por Giovanni Battista Doni, um músico italiano que achava a sílaba incômoda para o solfejo), e foi adicionada a sílaba si, como abreviação de Sante Iohannes ("São João"). A sílaba sol chegou a ser mais tarde encurtada para so, para uniformizar todas as sílabas de modo a terminarem todas por uma vogal, mas a mudança logo foi revertida.

            As sílabas ut, ré, mi, fá, sol e lá, chamadas vozes, não correspondiam a alturas absolutas na escala, mas apenas a graus num hexacorde. A altura das notas era designada por letras de A a G (que conhecemos por “cifras”). A partir de um trecho escrito num modo eclesiástico qualquer, podia-se transpô-lo de uma quarta, quinta ou oitava sem modificar nenhuma das vozes sobre as quais o trecho seria cantado. Uma sequência ré-mi-fá transposta de uma quarta continuava a ser considerada ré-mi-fá, na solmização, e não sol-lá-si bemol como no sistema atual, embora fosse designada por G-A-Bb em vez de D-E-F. Mais tarde, nos países latinos, adaptou-se a designação "dó ré mi fá sol lá si dó" para representar "C D E F G A B".

           Espero que tenham gostado, desculpem a demora dos posts mas o tempo é curto mesmo : / abraços !



quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ouvido Absoluto ! Os Chineses têm !


Idiomas Tonais São a Chave Para o Ouvido Absoluto
Diana Deutsch


Se você quer que teus filhos tenham ouvido absoluto como os maestros de música Mozart e Chopin, então coloque-os desde pequenos em aulas de mandarim ou vietnamita. A probabilidade de desenvolver o ouvido absoluto parece estar ligada ao idioma que as pessoas falam, confirmando que as crianças podem conseguir esta capacidade quando são bem pequenas.
As estimativas sugerem que o ouvido absoluto é muito raro nos EUA e Europa, com apenas 1 em cada 10.000 sendo capaz de ouvir um tom único e identificá-lo como um Dó central, por exemplo. Mas é ligeiramente mais comum em pessoas que começam um treinamento musical com menos de cinco anos.
Além disso, um estudo de 2006 da psicóloga Diana Deutsch da Universidade da Califórnia em San Diego, demonstrou que o ouvido absoluto é comum em estudantes de música chineses que falam mandarim. O mandarim, assim como o cantonês ou vietnamita, é um idioma tonal, na qual o tom de uma palavra falada é essencial para o seu significado. “Em minha experiência, os músicos na China não acham que o ouvido absoluto seja uma coisa notável, porque é muito comum,” diz Deutsch.
Para descobrir se os chineses possuíam uma vantagem genética, a equipe de Deutsch testou o ouvido absoluto de 203 estudantes de música – eles tinham que identificar todas as 36 notas de três oitavas tocadas em ordem aleatória. Os que foram testados incluíam 27 estudantes de etnia chinesa e vietnamita que tinham diferentes níveis de fluência no idioma tonal aprendido de seus pais.
Ocorreu que os estudantes asiáticos não pontuaram melhor do que estudantes brancos, se não fossem fluentes no idioma de seus pais (Journal of the Acoustical Society of America, vol. 125, p 2398). Mas estudantes muito fluentes tiveram altas pontuações, conseguindo cerca de 90 por cento das notas corretas, em média. “Eles foram incrivelmente bem. A diferença foi gritante,” diz Deutsch.
Este estudo sugere que aprender um idioma tonal tem um papel muito mais relevante para o ouvido absoluto do que os genes. “Realmente parece como se as crianças pequenas adquirissem o ouvido absoluto se é dado a elas a oportunidade de conectar rótulos verbais a notas musicais na idade em que aprendem a falar,” conclui Deutsch.

Publicado na revista New Scientist de 2 de Maio de 2009, pág. 10

terça-feira, 27 de abril de 2010

O Seu ouvido e a Música

              A Ilusão Musical

  O som é transmitido através do ar por moléculas que vibram em certas freqüências. As moléculas bombardeiam o tímpano, fazendo com que ele se agite para dentro ou para fora, dependendo da força com que batem no tímpano (relacionada ao volume ou à amplitude do som) e da velocidade na qual estão vibrando (relacionada àquilo que chamamos de altura [grave ou agudo]). Mas não há nada na estrutura das moléculas que possa dizer ao tímpano de onde elas vieram, ou qual delas está associada com qual objeto. Vozes podem estar misturadas a outras vozes ou ao som de máquinas, do vento, ou de alguém pisando no chão. Na maioria das vezes o som recebido pelo tímpano é incompleto ou ambíguo. Então, como o cérebro descobre, no meio dessa mistura de moléculas batendo contra uma membrana, o que está acontecendo no mundo?  
        
       Imagine que você colocou uma fronha de travesseiro bem esticada na boca de um balde, e várias pessoas começam a jogar ali, de várias distâncias, bolinhas de ping-pong. As pessoas podem jogar quantas bolinhas e qualquer freqüência que quiserem. O seu trabalho é adivinhar olhando somente o movimento da fronha para cima e para baixo, saber quantas pessoas estão ali, quem são elas, se estão se distanciando ou se aproximando de você ou se estão paradas. Essencialmente esse é o problema que o seu sistema auditivo precisa lidar quando usa o tímpano como porta de entrada de audição.


      O cérebro enfrenta três dificuldades na "extração de características" e na "integração". Primeiro, a informação que chega aos receptores sensoriais é indiferenciada em termos de localização, fonte e identidade. Segundo, a informação sonora é ambígua: diferentes sons podem gerar padrões de ativação similares ou idênticos ao atingirem o tímpano. Terceiro, a informação sonora raramente é completa. Partes do som podem vir encobertas por outros sons, ou se perderem. O cérebro tem que fazer um cálculo estimado do que realmente está acontecendo no mundo. Assim, a percepção auditiva é um processo de inferência. E quando a origem do som é musical, as inferências incluem muitos fatores, que vão além dos próprios sons: o que veio antes deste trecho musical que estamos ouvindo; o que nos lembramos que virá em seguida, o que esperamos que virá em seguida, se conhecemos o gênero ou o estilo musical; e quaisquer outras informações adicionais que possamos ter, como o resumo que lemos da música, um movimento repentino de um artista ou um cutucão dado pela pessoa sentada ao nosso lado.
Portanto, o cérebro constrói uma representação da realidade, baseada tanto nos componentes do que efetivamente ouvimos, quanto em nossas expectativas do que achamos que deveríamos estar ouvindo. Existem boas razões para que o cérebro funcione assim – um sistema perceptivo que é capaz de restaurar informações perdidas pode nos ajudar a tomar decisões rápidas em situações de ameaça – mas isso não acontece sem desvantagens.
       Isto é, em parte, a base neural para as ilusões perceptivas, como aquela demonstrada pelo psicólogo da cognição, Richard Warren, da Universidade de Wisconsin. Ele gravou uma frase: "O projeto de lei passou pelas duas assembléias legislativas". Depois cortou da fita uma parte da frase e colocou em seu lugar uma explosão de "barulho branco" (estática), de mesma duração. Praticamente todos que ouviram a gravação alterada disseram que ouviram, ao mesmo tempo, o resto da frase e a estática. Uma proporção grande de pessoas não pôde dizer quando a estática aconteceu, porque o sistema auditivo havia preenchido a parte da frase que estava faltando. Assim, a frase pareceu a eles como se não estivesse interrompida.
ste fenômeno de preenchimento não é apenas uma curiosidade científica. Compositores musicais exploram o mesmo princípio, sabendo que a nossa percepção de uma linha melódica irá continuar, mesmo que partes dela sejam obscurecidas por outros instrumentos. Esse fenômeno também acontece sempre que ouvimos as notas graves de um piano ou de um contra-baixo. Não estamos realmente ouvindo 27.5 ou 35 hertz, porque esse tipo de instrumento é incapaz de produzir energia suficiente para fazer soar essas freqüências ultra graves. Ao invés disso, nossos ouvidos preenchem a informação, dando-nos a ilusão de que a altura é tão grave.




Nota:
Daniel Levitin está no Departamento de Psicologia da Universidade de Montreal, no Canadá. Este artigo é um trecho de seu  livro: This is Your Brain On Music: Understanding a human obsession, published by Atlantic Books.


Fonte: Revista New Scientist, vol. 197, nr. 2644 (23 de fevereiro de 2008), pp. 34-38.
Artigo original disponível on-line em
 http://www.newscientist.com/article/mg19726441.500-music-special-the-illusion-of-music.html